quinta-feira, 30 de julho de 2009

Sou Fênix


Sou Fênix

Como uma fênix, eu sou.
Sou mulher, sou ardente.
Sofro, choro, vou ao chão.
Me torno cinzas, viro pó.

Renasço.
Em força plena, pronta para voar.
Abro minhas asas, me aqueço,
Me renovo, me regenero.

É assim que eu sou.
Eu queimo, e me deixo queimar.
Mitológica, ou imaginária, não importa,
o importante é que eu me permito sonhar.

(Cláudia Banegas)

terça-feira, 28 de julho de 2009

Porque você não está aqui





















o sol está tão cinza

por que você não está aqui
a lua ja não brilha
por que você não está aqui
as estrelas choram
por que você não está aqui
os planetas se perderam na imensidão do universo
por que você não está aqui
meu mundo caiu
por que você não está aqui
minha chuva secou
por que você não está aqui
o dia podia ser melhor mas não está
por que você não está aqui
eu podia estar curtindo minha praia
mas não estou
por que você não está aqui
eu poderia ser feliz mas não sou
por que você não está aqui
hoje sou triste e vazio
por que você não está aqui
e se fiz esse poema tão melancólico,
é por que você não está aqui.

autor: Gianinne

Traduz pra mim...

traduz pra mim,
meu silêncio, esse jardim vazio, sem pássaros com flores mortas e tristes.

traduz pra mim,
meu silêncio essa manhã cinza de saudade e de poemas soluçantes.

traduz pra mim,
se a vida vale ainda a pena e se esta manhã é apenas um prenúncio de um dia maravilhoso feito riso infantil .

traduz pra mim,
e escreve em meu rosto em caligrafias salgadas essa dor, essa saudade de alguém que não vê com meus olhos essa manhã triste e solitária, que se foi deixando uma rosa amarela e uma margarida tão solitárias quanto eu .

traduz pra mim . . . .

(autor desconhecido)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Por vinte e cinco anos...

Por vinte e cinco luas estive presa

Por vinte e cinco palavras ditas
Por vinte e cinco anjos que
Por vinte e cinco versos tentei viver

Em vinte e cinco versos vivi
Em vinte e cinco vida comuns
De vinte e cinco amores provei
De vinte e cinco labios tirei
As vinte e cinco vidas outra vez
As vinte e cinco vidas me saudaram
E vinte e cinco amores aqui deixei
E vinte e cinco lagrimas derramei

Por vinte e cinco minutos conversei
Por vinte e cinco noites sonhei
Por vinte e cinco luas te esperei
Por vinte e cinco vidas te amarei!

Autor: Felipe Ricardo